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12 de abril de 2010

By Patricia Bomfim

Neste semestre de forma bem criativa e dinâmica, com didática e metodologia comprometida com o sucesso do aprendizado, a nossa docente Carmedite Moreira, trabalhou com textos como:
BERGER, Peter; LUCKMANN, Thomas. A Construção Social da Realidade: tratado de sociologia do conhecimento. Petrópolis: Vozes, 1985.
BRAGHIROLLI, E. et AL. Psicologia geral. Rio de Janeiro: Vozes, 2000.
O que nós alunas do 5º semestre de Serviço Social aprendemos sobre Psicologia Social:
É possível afirmar que a Psicologia Social estuda a interação social, se interessa pelas manifestações comportamentais que se dá a partir das interações sociais. Para que essa interação social aconteça é preciso que haja o encontro social, ocorrendo, portanto a percepção social, que é perceber o outro, e vamos criando as impressões, atribuindo valores, qualificando o outro. Logo existe a comunicação, onde se tem o transmissor, a mensagem e receptor, codificamos e decodificamos as mensagens, a comunicação não é apenas de código verbal, pode se dá pelas expressões de rosto, gestos, movimentos, desenhos e sinais. As atitudes por sua vez, são valores, crenças, modo de pensar e reagir, atitude não é ação, não é comportamento ela apenas predispõe uma determinada ação e quando conhecemos determinadas atitudes de certas pessoas imaginamos como essas pessoas poderão ou não se comportar, as atitudes podem mudar de acordo com as informações, conhecimentos que vamos adquirindo, e através da interação com outros indivíduos. A socialização é o processo pelo qual o indivíduo se insere na sociedade desde o seu nascimento, onde se tem a socialização primária e a socialização secundária. Todo ser humano faz parte de grupos sociais, que são pequenas organizações, uma pluralidade de indivíduos que possuem interesses comuns, envolvendo vínculos. Vamos, portanto desempenhando papeis sociais que são os comportamentos que a sociedade determina para cada um deles, ou seja, é o comportamento esperado da pessoa que ocupa uma determinada posição ou status na sociedade, sendo importante seu estudo para compreender o comportamento, pois existe uma tendência de corresponder às expectativas dos outros a nosso respeito.
Encerro com uma música de Vinícius de Moraes que para mim propõe o encontro com o outro, a participação social (interação social).
A maior solidão é a do ser que não ama. A maior solidão é a dor do ser que se ausenta, que se defende, que se fecha, que se recusa a participar da vida humana.

A maior solidão é a do homem encerrado em si mesmo, no absoluto de si mesmo,
o que não dá a quem pede o que ele pode dar de amor, de amizade, de socorro.

O maior solitário é o que tem medo de amar, o que tem medo de ferir e ferir-se,
o ser casto da mulher, do amigo, do povo, do mundo. Esse queima como uma lâmpada triste, cujo reflexo entristece também tudo em torno. Ele é a angústia do mundo que o reflete. Ele é o que se recusa às verdadeiras fontes de emoção, as que são o patrimônio de todos, e, encerrado em seu duro privilégio, semeia pedras do alto de sua fria e desolada torre.
Bjos
Patrícia Bomfim

Um comentário:

2009 será um ano de mudanças disse...

Valeu Patty!! Muito bom.
Fica o desejo de um resumo similar sobre os assuntos mais recentes:
Consciencia, Atividade e Identidade.