PESSOAS PORTADORAS DE DEFICIÊNCIA
A Organização das Nações Unidas (ONU) estima que 450 milhões de pessoas da terra apresentam uma forma ou outra de deficiência física ou mental. Aproximadamente 12 milhões destas são brasileiras, ou seja, uma em cada dez pessoas (10%) da população nacional. A grande maioria das pessoas deficientes mora em países em vias de desenvolvimento. Entre as causas de incapacidade em todo o mundo, estão:
Acidentes: particularmente acidentes domésticos, totalizando um mínimo de 20 milhões por ano, deixando 110.000 pessoas com deficiências permanentes.
Acidentes de Trânsito: Mais de 10 milhões feridos por ano, muitas vezes gravemente, com conseqüências que incluem amputações, ferimentos cerebrais, paraplegia e quadriplegia.
Doenças incapacitantes ainda são freqüentes: por exemplo, vinte milhões de pessoas têm Hanseníase. Incapacidades ligadas à subnutrição são muito comuns em países em desenvolvimento. Para citar só um exemplo, 250.000 crianças por ano tornam-se cegas por causa de deficiência crônica de vitaminas.
Doenças mentais: segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS) uma em cada dez pessoas sofrerá durante sua vida uma forma de doença mental. Um em cada quatro de todos os leitos hospitalares do mundo são ocupados por pacientes com doença mental.
Cegueira: aproximadamente 10 a 15 milhões de pessoas no mundo.
Audição: 70 milhões de pessoas sofrem de uma deficiência significativa de audição.
Paralisia cerebral: 15 milhões.
Epilépticos: 15 milhões.
Doenças cardiovasculares: particularmente no mundo desenvolvido.
Incapacitados de guerra: o trágico e crescente resultado dos conflitos deste século.
Do total, estimado pela ONU, de portadores de deficiência temos a seguinte
distribuição:
Deficiência Mental - 5%
Deficiência Física: - 2%
Deficiência Auditiva - 1,5%
Deficiência Múltipla - 1%
Deficiência Visual - 0,5%
Lembramos que o parâmetro usado pela Organização das Nações Unidas (ONU) de 10% da população de países desenvolvidos como sendo pessoas portadoras de alguma deficiência, quando usado para países em desenvolvimento ou subdesenvolvidos chega até 25%. Daí pode-se projetar que em alguns casos, incluindo familiares e parentes, temos 50% do total da população sendo afetados pelos fatores decorrentes da deficiência; o que em última instância se reflete também no desenvolvimento do país.
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18 de maio de 2010
Jaditania
Meninas, sobre blogs interessantes tem esse aqui www.confrariadetolos.blogspot.com É de uns amigos da minha cidades que escrevem textos exelentes. Eles mesmo produzem e editam... Tem texto sobre tudo. Vale a pena confeir.
Fica aí a dica. Beijos!
Fica aí a dica. Beijos!
Taiane
Olá meninas,
Revisando o que estudamos sobre Gosto na Iª Unidade onde vimos que somos seletivos com aquilo que gostamos, convido-lhe a relembrarmos sobre alguns itens colocados pelo texto sobre o que nos atrai para os indivíduos de quem gostamos:
Características desejáveis – Gostamos daqueles que possui as características que desejamos, seja beleza, inteligência, amabilidade, sinceridade...
Gostar dos outros - Muitos estudos sugerem que nós nos sentimos favoráveis as pessoas que gostam de nós se acreditamos que estas são sinceras. Se alguém pouco a pouco começa a gostar de você, seu atrativo torna-se ainda mais forte do que se você tivesse sido apreciado o tempo todo com a mesma intensidade.
Proximidade – A proximidade está associada ao gostar, pois tendemos a gostar de quem nos relacionamos frequentemente e com mais intensidade.
Semelhança – Geralmente gostamos de indivíduos de atitudes e valores semelhantes aos nossos e personalidade parecida com a nossa.
Personalidades complementares – A atração entre as pessoas é as vezes explicada pela teoria da troca que supõe que sejamos atraídos por indivíduos quando as recompensas da relação excedem os seus custos.
Diante destes conceitos, trago para compartilhar com vocês um texto de um autor desconhecido que muito se aplica e que gosto muito:
Goste de alguém que te ama,
Alguém que te espere,
Alguém que te compreenda mesmo nos momentos de loucura;
De alguém que te ajude, que te guie, que seja teu apoio, tua esperança, teu tudo.
Goste de alguém que não te traia, que seja fiel,
Que sonhe contigo, que só pense em ti,
Que só pense no teu rosto, na tua delicadeza, no teu espírito e não no teu corpo, nem nos teus bens...
Goste de alguém que te espere até o final,
De alguém que seja o que escolheres.
Goste de alguém que sofra junto contigo,
Que ria junto a ti,
Que limpe tuas lágrimas,
Que te abrigue quando necessário,
Que fique feliz com tuas alegrias,
E que te dê forças depois de um fracasso.
Goste de alguém que volte prá conversar contigo depois das brigas, depois do desencontro,
De alguém que caminhe junto a ti,
Que seja companheiro, que respeite tuas fantasias, tuas ilusões.
Goste de alguém que te ame.
Não goste apenas do amor, goste de alguém que sinta o mesmo sentimento por ti, que goste realmente de ti...
(Autor desconhecido)
Por: Taiane Leite
13 de maio de 2010 09:40
Revisando o que estudamos sobre Gosto na Iª Unidade onde vimos que somos seletivos com aquilo que gostamos, convido-lhe a relembrarmos sobre alguns itens colocados pelo texto sobre o que nos atrai para os indivíduos de quem gostamos:
Características desejáveis – Gostamos daqueles que possui as características que desejamos, seja beleza, inteligência, amabilidade, sinceridade...
Gostar dos outros - Muitos estudos sugerem que nós nos sentimos favoráveis as pessoas que gostam de nós se acreditamos que estas são sinceras. Se alguém pouco a pouco começa a gostar de você, seu atrativo torna-se ainda mais forte do que se você tivesse sido apreciado o tempo todo com a mesma intensidade.
Proximidade – A proximidade está associada ao gostar, pois tendemos a gostar de quem nos relacionamos frequentemente e com mais intensidade.
Semelhança – Geralmente gostamos de indivíduos de atitudes e valores semelhantes aos nossos e personalidade parecida com a nossa.
Personalidades complementares – A atração entre as pessoas é as vezes explicada pela teoria da troca que supõe que sejamos atraídos por indivíduos quando as recompensas da relação excedem os seus custos.
Diante destes conceitos, trago para compartilhar com vocês um texto de um autor desconhecido que muito se aplica e que gosto muito:
Goste de alguém que te ama,
Alguém que te espere,
Alguém que te compreenda mesmo nos momentos de loucura;
De alguém que te ajude, que te guie, que seja teu apoio, tua esperança, teu tudo.
Goste de alguém que não te traia, que seja fiel,
Que sonhe contigo, que só pense em ti,
Que só pense no teu rosto, na tua delicadeza, no teu espírito e não no teu corpo, nem nos teus bens...
Goste de alguém que te espere até o final,
De alguém que seja o que escolheres.
Goste de alguém que sofra junto contigo,
Que ria junto a ti,
Que limpe tuas lágrimas,
Que te abrigue quando necessário,
Que fique feliz com tuas alegrias,
E que te dê forças depois de um fracasso.
Goste de alguém que volte prá conversar contigo depois das brigas, depois do desencontro,
De alguém que caminhe junto a ti,
Que seja companheiro, que respeite tuas fantasias, tuas ilusões.
Goste de alguém que te ame.
Não goste apenas do amor, goste de alguém que sinta o mesmo sentimento por ti, que goste realmente de ti...
(Autor desconhecido)
Por: Taiane Leite
13 de maio de 2010 09:40
20 de abril de 2010
Joselia
Cora Coranina Poema Mulher
Saber Viver
Não sei... Se a vida é curta
Ou longa demais pra nós,
Mas sei que nada do que vivemos
Tem sentido, se não tocamos o coração das pessoas.
Muitas vezes basta ser:
Colo que acolhe,
Braço que envolve,
Palavra que conforta,
Silêncio que respeita,
Alegria que contagia,
Lágrima que corre,
Olhar que acarecia,
Desejo que sacia,
Amor que promove.
E isso não é coisa de outro mundo,
É o que dá sentido à vida.
É o que faz com que ela
Não seja nem curta,
Nem longa demais,
Mas que seja intensa,
Verdadeira, pura... Enquanto durar
Cora Coralina
Saber Viver
Não sei... Se a vida é curta
Ou longa demais pra nós,
Mas sei que nada do que vivemos
Tem sentido, se não tocamos o coração das pessoas.
Muitas vezes basta ser:
Colo que acolhe,
Braço que envolve,
Palavra que conforta,
Silêncio que respeita,
Alegria que contagia,
Lágrima que corre,
Olhar que acarecia,
Desejo que sacia,
Amor que promove.
E isso não é coisa de outro mundo,
É o que dá sentido à vida.
É o que faz com que ela
Não seja nem curta,
Nem longa demais,
Mas que seja intensa,
Verdadeira, pura... Enquanto durar
Cora Coralina
15 de abril de 2010
Alaide
Categorias fundamentais da Psicologia Social
A Psicologia Social - é a ciência que procura compreender os “como” e os “porquê” do comportamento social. A interação social, a interdependência entre os indivíduos e o encontro social. Seu campo de Ação é portanto o comportamento analisado em todos os contextos do processo de influência social. Uma pesquisa nos manuais e ensino e ementas das diversas universidades nos remetem à:
- interação pessoa/pessoa;
- interação pessoa/grupo (os grupos sociais)
- interação grupo/grupo. (enfoques nacionais, regionais e locais)
Estuda as relações interpessoais:
- influências;
- conflitos; comportamento divergente
- autoridade, hierarquias, poder;
- o pai, a mãe e a família em distintos períodos históricos e culturas
- a violência doméstica, contra o idoso, a mulher e a criança
Investiga os fatores psicológicos da vida social:
- sistemas motivacionais (instinto);
- estatuto (status) social;
- liderança;
- estereótipos (estigma);
- alienação;
- Identidade, valores éticos;
Teoria das representações sociais, a Produção de Sentido, Hegemonia Dialética Exclusão /Inclusão Social
Analisa os fatores sociais da Psicologia Humana
- motivação;
- o processo de socialização
- as atitudes, as mudanças de atitudes;
- opiniões / Ideologia, moral;
- preconceitos;
- papéis sociais
- estilo de vida (way of life - modo ou gênero de vida)
Naturalmente a subdivisão dos temas acima enumerados é apenas didática os mesmos estão intrinsecamente relacionados. Observe-se também que muitos desses temas e conceitos foram desenvolvidos ou são também abordados por outras disciplinas (e inter-disciplinas) científicas seja das ciências sociais ou biológicas, cabe ao pesquisador na sua aproximação do problema ou delineamento da pesquisa estabelecer os limites e marco teórico de sua interpretação de resultados. Pode-se ainda dar um destaque aos temas:
Agressão humana (violência) Trabalho e Ação Social Relações de Gênero, Raça e Idade Psicologia das Classes Sociais – Relações de Poder Psicanálise e questões sócio-políticas Dinâmica dos Movimentos Sociais Saúde mental e justiça: interfaces contemporâneas.
A Psicologia Social - é a ciência que procura compreender os “como” e os “porquê” do comportamento social. A interação social, a interdependência entre os indivíduos e o encontro social. Seu campo de Ação é portanto o comportamento analisado em todos os contextos do processo de influência social. Uma pesquisa nos manuais e ensino e ementas das diversas universidades nos remetem à:
- interação pessoa/pessoa;
- interação pessoa/grupo (os grupos sociais)
- interação grupo/grupo. (enfoques nacionais, regionais e locais)
Estuda as relações interpessoais:
- influências;
- conflitos; comportamento divergente
- autoridade, hierarquias, poder;
- o pai, a mãe e a família em distintos períodos históricos e culturas
- a violência doméstica, contra o idoso, a mulher e a criança
Investiga os fatores psicológicos da vida social:
- sistemas motivacionais (instinto);
- estatuto (status) social;
- liderança;
- estereótipos (estigma);
- alienação;
- Identidade, valores éticos;
Teoria das representações sociais, a Produção de Sentido, Hegemonia Dialética Exclusão /Inclusão Social
Analisa os fatores sociais da Psicologia Humana
- motivação;
- o processo de socialização
- as atitudes, as mudanças de atitudes;
- opiniões / Ideologia, moral;
- preconceitos;
- papéis sociais
- estilo de vida (way of life - modo ou gênero de vida)
Naturalmente a subdivisão dos temas acima enumerados é apenas didática os mesmos estão intrinsecamente relacionados. Observe-se também que muitos desses temas e conceitos foram desenvolvidos ou são também abordados por outras disciplinas (e inter-disciplinas) científicas seja das ciências sociais ou biológicas, cabe ao pesquisador na sua aproximação do problema ou delineamento da pesquisa estabelecer os limites e marco teórico de sua interpretação de resultados. Pode-se ainda dar um destaque aos temas:
Agressão humana (violência) Trabalho e Ação Social Relações de Gênero, Raça e Idade Psicologia das Classes Sociais – Relações de Poder Psicanálise e questões sócio-políticas Dinâmica dos Movimentos Sociais Saúde mental e justiça: interfaces contemporâneas.
Daniela e Manuela Seixas
A Psicologia Social estuda comportamentos resultantes da interação social entre indivíduos.
O indivíduo adquire hábitos quando se insere na sociedade, ou seja, está em sociedade é participar da sua dialética, e a socialização se dá nos grupos, é o processo pelo qual o individuo adquire os padrões de comportamentos que são habituais e aceitáveis nos seus grupos sociais e, começa na infância.
O processo dialético é composto por três momentos: exteriorização, interiorização e objetivação.
A socialização primária é a primeira socialização que o individuo experimenta, ocorre na infância são construídos inicialmente na família, são intensas e representativas.
A socialização secundária vem logo depois da socialização primaria é quando o individuo já socializado em uma nova realidade, passa a ter contato com outras pessoas que possuem realidades diferentes.
Por: Daniela e Manuela Seixas
O indivíduo adquire hábitos quando se insere na sociedade, ou seja, está em sociedade é participar da sua dialética, e a socialização se dá nos grupos, é o processo pelo qual o individuo adquire os padrões de comportamentos que são habituais e aceitáveis nos seus grupos sociais e, começa na infância.
O processo dialético é composto por três momentos: exteriorização, interiorização e objetivação.
A socialização primária é a primeira socialização que o individuo experimenta, ocorre na infância são construídos inicialmente na família, são intensas e representativas.
A socialização secundária vem logo depois da socialização primaria é quando o individuo já socializado em uma nova realidade, passa a ter contato com outras pessoas que possuem realidades diferentes.
Por: Daniela e Manuela Seixas
Valdenice e Ediana
FVG- PSICOLOGIA SOCIAL – EDIANA/VALDENICE
RESUMO
Grupos sociais
O homem é, por natureza, um animal social. Qualquer um que não consegue viver com outros ou é tão auto-suficiente para prescindir disso e, portanto, não participa da sociedade, ou é besta ou é um deus. (Aristóteles. In: política, 928 a.C.)
Histórico sobre o desenvolvimento e normas de grupos:
No período imediatamente antes e depois da segunda guerra mundial o estudo de pequenos grupos, se tornou um tópico importante de pesquisa e teoria. As pessoas sempre viveram em grupos, em famílias ou unidades de trabalho, em tribos e grupos sociais, e os cientistas têm estudado estes grupos por muito tempo. Os sociólogos escrevem livros sobre agregações humanas. Mas em geral eles se preocuparam com grupos de um tipo, como a família, e tentam derivar todas as outras agregações humanas deste exemplo.
Psicologia social: estuda a influência do grupo sobre o indivíduo.
Por que se formam os grupos sociais?
Porque as pessoas percebem que, agrupadas, torna-se mais fácil atingir objetivos.
Qual a razão de existir diferentes tipos de grupos?
Sendo os objetivos diferentes, também serão as formas dos grupos se estruturarem.
Família
É nessa instituição que nos entendemos como grupo. Nascemos,crescemos, tornamo-nos adulto dentro de diferentes grupos. De certa forma nos acostumamos com esse pertencimento.
Apesar de muitas vezes nem percebê-los essa importância. Na verdade precisamos uns dos outros no cotidiano da vida.
Definição e tipos de grupos:
Interação, interdependência e consciência mútua. São fatores essenciais para se estabelecer relações, quando uma pessoa se identifica com outra passa a estabelecer um vínculo social com ela, ocorre uma associação humana.
Os estabelecimentos de muitas associações humanas formam grupos sociais.
Nos grupos também ocorre uma forma de organização, mesmo que subjetiva. Outra característica do grupo social é a consciência grupal (“nós” e não “eu”), também se diferem quanto ao grau de contato com seus membros.
Então grupo social é uma forma básica de associação humana que se considera como um todo, com tradições morais e materiais, valores e princípios e objetivos em comum.
O grupo mínimo é entendido como pessoas classificadas aleatoriamente pertencentes a uma determinada categoria social, e adquirem consciência de grupo social se transformando em grupos compactos quando cooperam entre si, visando objetivos interdependentes. Transformam-se em organização social, entendidas como sistema social hierarquizado, definindo uma estrutura poder, papéis e normas que passa a regular as interações entre seus membros.
Diferenciação de grupos:
Os grupos sociais se diferem quanto ao grau de contato de seus membros.
Os grupos primários são aqueles em que os membros possuem contatos pessoais, mais íntimos.
(Ex. Família, grupos de amigos, vizinhos, etc.)
Os secundários são aqueles em que os membros não possuem tanto grau de proximidade (ex. Igrejas, partidos políticos, etc.).
Agregação social é uma reunião de pessoas que mantém entre si o mínimo de comunicação e de relações sociais, (podemos destacar a multidão).
Diante do papel fundamental que os grupos desempenham em nossas vidas, se faz necessário conhecer:
A natureza, formação, evolução, composição, estrutura e a dinâmica interna e os processos grupais que caracterizam seu funcionamento e que em certos casos, podem levá-los à extinção.
Assim poderemos entender os comportamentos das pessoas e ajudá-las a buscar condições favoráveis em determinados contextos, gerando padrões comportamentais que atendam às normas e valores aí predominantes.
Definição e tipos de grupos:
Interação, interdependência e consciência mútua. São fatores essenciais para se estabelecer relações, quando uma pessoa se identifica com outra passa a estabelecer um vínculo social com ela, ocorre uma associação humana.
Os estabelecimentos de muitas associações humanas formam grupos sociais.
Nos grupos também ocorre uma forma de organização, mesmo que subjetiva. Outra característica do grupo social é a consciência grupal (“nós” e não “eu”), também se diferem quanto ao grau de contato com seus membros.
Então grupo social é uma forma básica de associação humana que se considera como um todo, com tradições morais e materiais, valores e princípios e objetivos em comum.
O grupo mínimo é entendido como pessoas classificadas aleatoriamente pertencentes a uma determinada categoria social, e adquirem consciência de grupo social se transformando em grupos compactos quando cooperam entre si, visando objetivos interdependentes. Transformam-se em organização social, entendidas como sistema social hierarquizado, definindo uma estrutura poder, papéis e normas que passa a regular as interações entre seus membros.
Diferenciação de grupos:
Os grupos sociais se diferem quanto ao grau de contato de seus membros.
Os grupos primários são aqueles em que os membros possuem contatos pessoais, mais íntimos.
(Ex. Família, grupos de amigos, vizinhos, etc.)
Os secundários são aqueles em que os membros não possuem tanto grau de proximidade (ex. Igrejas, partidos políticos, etc.).
Agregação social é uma reunião de pessoas que mantém entre si o mínimo de comunicação e de relações sociais, (podemos destacar a multidão).
Diante do papel fundamental que os grupos desempenham em nossas vidas, se faz necessário conhecer:
A natureza, formação, evolução, composição, estrutura e a dinâmica interna e os processos grupais que caracterizam seu funcionamento e que em certos casos, podem levá-los à extinção.
Assim poderemos entender os comportamentos das pessoas e ajudá-las a buscar condições favoráveis em determinados contextos, gerando padrões comportamentais que atendam às normas e valores aí predominantes.
RESUMO
Grupos sociais
O homem é, por natureza, um animal social. Qualquer um que não consegue viver com outros ou é tão auto-suficiente para prescindir disso e, portanto, não participa da sociedade, ou é besta ou é um deus. (Aristóteles. In: política, 928 a.C.)
Histórico sobre o desenvolvimento e normas de grupos:
No período imediatamente antes e depois da segunda guerra mundial o estudo de pequenos grupos, se tornou um tópico importante de pesquisa e teoria. As pessoas sempre viveram em grupos, em famílias ou unidades de trabalho, em tribos e grupos sociais, e os cientistas têm estudado estes grupos por muito tempo. Os sociólogos escrevem livros sobre agregações humanas. Mas em geral eles se preocuparam com grupos de um tipo, como a família, e tentam derivar todas as outras agregações humanas deste exemplo.
Psicologia social: estuda a influência do grupo sobre o indivíduo.
Por que se formam os grupos sociais?
Porque as pessoas percebem que, agrupadas, torna-se mais fácil atingir objetivos.
Qual a razão de existir diferentes tipos de grupos?
Sendo os objetivos diferentes, também serão as formas dos grupos se estruturarem.
Família
É nessa instituição que nos entendemos como grupo. Nascemos,crescemos, tornamo-nos adulto dentro de diferentes grupos. De certa forma nos acostumamos com esse pertencimento.
Apesar de muitas vezes nem percebê-los essa importância. Na verdade precisamos uns dos outros no cotidiano da vida.
Definição e tipos de grupos:
Interação, interdependência e consciência mútua. São fatores essenciais para se estabelecer relações, quando uma pessoa se identifica com outra passa a estabelecer um vínculo social com ela, ocorre uma associação humana.
Os estabelecimentos de muitas associações humanas formam grupos sociais.
Nos grupos também ocorre uma forma de organização, mesmo que subjetiva. Outra característica do grupo social é a consciência grupal (“nós” e não “eu”), também se diferem quanto ao grau de contato com seus membros.
Então grupo social é uma forma básica de associação humana que se considera como um todo, com tradições morais e materiais, valores e princípios e objetivos em comum.
O grupo mínimo é entendido como pessoas classificadas aleatoriamente pertencentes a uma determinada categoria social, e adquirem consciência de grupo social se transformando em grupos compactos quando cooperam entre si, visando objetivos interdependentes. Transformam-se em organização social, entendidas como sistema social hierarquizado, definindo uma estrutura poder, papéis e normas que passa a regular as interações entre seus membros.
Diferenciação de grupos:
Os grupos sociais se diferem quanto ao grau de contato de seus membros.
Os grupos primários são aqueles em que os membros possuem contatos pessoais, mais íntimos.
(Ex. Família, grupos de amigos, vizinhos, etc.)
Os secundários são aqueles em que os membros não possuem tanto grau de proximidade (ex. Igrejas, partidos políticos, etc.).
Agregação social é uma reunião de pessoas que mantém entre si o mínimo de comunicação e de relações sociais, (podemos destacar a multidão).
Diante do papel fundamental que os grupos desempenham em nossas vidas, se faz necessário conhecer:
A natureza, formação, evolução, composição, estrutura e a dinâmica interna e os processos grupais que caracterizam seu funcionamento e que em certos casos, podem levá-los à extinção.
Assim poderemos entender os comportamentos das pessoas e ajudá-las a buscar condições favoráveis em determinados contextos, gerando padrões comportamentais que atendam às normas e valores aí predominantes.
Definição e tipos de grupos:
Interação, interdependência e consciência mútua. São fatores essenciais para se estabelecer relações, quando uma pessoa se identifica com outra passa a estabelecer um vínculo social com ela, ocorre uma associação humana.
Os estabelecimentos de muitas associações humanas formam grupos sociais.
Nos grupos também ocorre uma forma de organização, mesmo que subjetiva. Outra característica do grupo social é a consciência grupal (“nós” e não “eu”), também se diferem quanto ao grau de contato com seus membros.
Então grupo social é uma forma básica de associação humana que se considera como um todo, com tradições morais e materiais, valores e princípios e objetivos em comum.
O grupo mínimo é entendido como pessoas classificadas aleatoriamente pertencentes a uma determinada categoria social, e adquirem consciência de grupo social se transformando em grupos compactos quando cooperam entre si, visando objetivos interdependentes. Transformam-se em organização social, entendidas como sistema social hierarquizado, definindo uma estrutura poder, papéis e normas que passa a regular as interações entre seus membros.
Diferenciação de grupos:
Os grupos sociais se diferem quanto ao grau de contato de seus membros.
Os grupos primários são aqueles em que os membros possuem contatos pessoais, mais íntimos.
(Ex. Família, grupos de amigos, vizinhos, etc.)
Os secundários são aqueles em que os membros não possuem tanto grau de proximidade (ex. Igrejas, partidos políticos, etc.).
Agregação social é uma reunião de pessoas que mantém entre si o mínimo de comunicação e de relações sociais, (podemos destacar a multidão).
Diante do papel fundamental que os grupos desempenham em nossas vidas, se faz necessário conhecer:
A natureza, formação, evolução, composição, estrutura e a dinâmica interna e os processos grupais que caracterizam seu funcionamento e que em certos casos, podem levá-los à extinção.
Assim poderemos entender os comportamentos das pessoas e ajudá-las a buscar condições favoráveis em determinados contextos, gerando padrões comportamentais que atendam às normas e valores aí predominantes.
Daniela e Elienai
Socialização e seus tipos
pt.shvoong.com › Ciências Sociais › Sociologia
A socialização consiste na interiorização que cada indivíduo faz, desde que nasce e ao longo de toda a sua vida, das normas e valores da sociedade em que está inserido e dos seus modelos de comportamento. Assim sendo, socializar é inculcar no indivíduo os modos de pensar, de agir e de agir do grupo em que ele é integrado. É um processo de aprendizagem em que, através da interiorização dessas normas e valores comuns, se faz aumentar a solidariedade entre os membros de um grupo e, portanto, a socialização é determinante para a integração social.
A socialização, mesmo acontecendo durante toda a vida, dá-se com intensidades e em contextos diferentes. Existem, então, dois tipos de socialização : primária e secundária.
Assim sendo, durante a infância, ocorre a socialização primária, onde a criança aprende e interioriza a linguagem, as regras básicas da sociedade, a moral e os modelos comportamentais do grupo a que se pertence. A socialização primária tem um valor primordial para o indivíduo e deixa marcas muito profundas em toda a sua vida, já que é aí que se constrói o primeiro mundo do individuo.
Por sua vez, a socialização secundária é todo e qualquer processo subsequente que introduz um indivíduo já socializado em novos setores do mundo objetivo da sua sociedade (na escola, nos grupos de amigos, no trabalho, nas atividades dos países que visitamos ou para onde emigramos, etc.), existindo uma aprendizagem das expectativas que a sociedade ou o grupo depositam em nós relativamente ao nosso desempenho, assim como dos novos papéis que vamos assumindo nos vários grupos a que vamos pertencendo e nas várias situações em que somos colocados.
pt.shvoong.com › Ciências Sociais › Sociologia
A socialização consiste na interiorização que cada indivíduo faz, desde que nasce e ao longo de toda a sua vida, das normas e valores da sociedade em que está inserido e dos seus modelos de comportamento. Assim sendo, socializar é inculcar no indivíduo os modos de pensar, de agir e de agir do grupo em que ele é integrado. É um processo de aprendizagem em que, através da interiorização dessas normas e valores comuns, se faz aumentar a solidariedade entre os membros de um grupo e, portanto, a socialização é determinante para a integração social.
A socialização, mesmo acontecendo durante toda a vida, dá-se com intensidades e em contextos diferentes. Existem, então, dois tipos de socialização : primária e secundária.
Assim sendo, durante a infância, ocorre a socialização primária, onde a criança aprende e interioriza a linguagem, as regras básicas da sociedade, a moral e os modelos comportamentais do grupo a que se pertence. A socialização primária tem um valor primordial para o indivíduo e deixa marcas muito profundas em toda a sua vida, já que é aí que se constrói o primeiro mundo do individuo.
Por sua vez, a socialização secundária é todo e qualquer processo subsequente que introduz um indivíduo já socializado em novos setores do mundo objetivo da sua sociedade (na escola, nos grupos de amigos, no trabalho, nas atividades dos países que visitamos ou para onde emigramos, etc.), existindo uma aprendizagem das expectativas que a sociedade ou o grupo depositam em nós relativamente ao nosso desempenho, assim como dos novos papéis que vamos assumindo nos vários grupos a que vamos pertencendo e nas várias situações em que somos colocados.
14 de abril de 2010
Taiane e Jaditania
Há um texto escrito por Roberto Crema que gosto muito e quero dividir com a turma, diz assim:
"Ninguém muda ninguém.Ninguém muda sozinho. Nós mudamos no encontro.
Simples, mas profundo, preciso.
É nos relacionamentos que nos transformamos.
Somos transformados a partir dos encontros desde que estejamos abertos e livres para sermos impactados pela idéia e o sentimento do outro.
Você já viu a diferença que existe entre as pedras que estão na nascente de um rio e as pedras que estão em sua foz?
As pedras na nascente são toscas, pontiagudas, cheias de arestas. À medida que elas vão sendo carregadas pelo rio, sofrendo a ação da água e se atritando com as outras pedras ao longo de muitos anos, elas vão sendo polidas, desgastadas.
Assim também agem nossos contatos humanos.
Sem eles a vida seria monótona, árida.
A observação mais importante é constatar que não existem sentimentos bons ou ruins sem a existência do outro, sem o seu contato.
Passar pela Vida sem se permitir um relacionamento próximo com o outro é não crescer, não evoluir, não se transformar.
É começar e terminar a existência com uma forma tosca, pontiaguda, amorfa.
Quando olho para trás vejo que hoje carrego em meu ser várias marcas de pessoas extremamente importantes. Pessoas que, no contato com elas me permitiram ir dando forma ao que sou, eliminando arestas, transformando-me em alguém melhor, mais suave, mais harmônico, mais integrado.
Outras, sem dúvida, com suas ações e palavras me criaram novas arestas que precisam ser desbastadas.
Faz parte...
Revezes momentâneos servem para o crescimento.
A isso chamamos experiência.
Penso que existe algo mais profundo ainda, nessa análise.
Começamos a jornada da vida como grandes pedras cheias de excessos.
Os seres de grande valor percebem que ao final da vida foram perdendo todos os excessos que formavam suas arestas, se aproximando cada vez mais de sua essência e ficando cada vez menores, menores, menores...
Quando finalmente aceitamos que somos pequenos, ínfimos, dada a compreensão da existência e importância do outro, e principalmente da grandeza de Deus, é que nos tornamos grandes em valor.
Já viu o tamanho do diamante polido, lapidado?
Sabemos quanto se tira de excesso para chegar no seu âmago.
É lá que está o verdadeiro valor...
Pois Deus fez a cada um de nós com um âmago muito forte e muito parecido com o diamante bruto, constituído de muitos elementos, mas essencialmente de Amor.
Deus deu, a cada um de nós, a capacidade de amar... Mas temos que aprender como. Para chegarmos a esse âmago, temos que nos permitir, através dos relacionamentos, ir lapidando todos os excessos que nos impedem de usá-lo, de fazê-lo brilhar.
Por muito tempo em minha vida acreditei que amar significava evitar sentimentos ruins.
Não entendia que ser ferir e ser ferido, ter e provocar raiva, ignorar e ser ignorado faz parte da construção do aprendizado do amor.
Não compreendia que se aprende a amar sentindo todos estes sentimentos contraditórios e... os superando.
Ora, esses sentimentos simplesmente não ocorrem se não houver envolvimento...
E envolvimento gera atrito.
Minha palavra final: Atrite-se! Não existe outra forma de descobrir o Amor. E sem ele a Vida não tem significado!
Pude relacionar este belíssimo texto com as aulas de Psicologia Social ministrada pela professora Carmedite:
A psicologia social é definida por Aroldo Rodrigues como "o estudo das manifestações comportamentais suscitadas pela interação de uma pessoa com outras pessoas."
Não podemos imaginar vivermos totalmente sozinhos neste mundo, isto porque, somos animais sociais, criaturas que se agrupam, dependem umas das outras física e psicologicamente durante toda a vida. Um relacionamento com outros seres humanos é uma necessidade à sobrevivência e ao bem-estar. Nós nascemos com a predisposição para nos tornarmos seres sociais e para isso, precisamos passar por vários processos de socialização que vão formando a nossa concepção de mundo. Portanto, tudo que se passa dentro de nós foi construído na sociedade, no encontro, na vivência com o outro.
A formação do conjunto de nossas atitudes (crenças, valores, opiniões) se dá no processo de socialização, quando nos tornamos membro de um determinado conjunto social, aprendemos seus códigos, suas normas e regras básicas de relacionamento e nos apropriamos dos mesmos.
Concluímos que a vida humana é inevitavelmente uma vida de encontros, uma vida grupal de relação e interação com o outro!
"Ninguém muda ninguém.Ninguém muda sozinho. Nós mudamos no encontro.
Simples, mas profundo, preciso.
É nos relacionamentos que nos transformamos.
Somos transformados a partir dos encontros desde que estejamos abertos e livres para sermos impactados pela idéia e o sentimento do outro.
Você já viu a diferença que existe entre as pedras que estão na nascente de um rio e as pedras que estão em sua foz?
As pedras na nascente são toscas, pontiagudas, cheias de arestas. À medida que elas vão sendo carregadas pelo rio, sofrendo a ação da água e se atritando com as outras pedras ao longo de muitos anos, elas vão sendo polidas, desgastadas.
Assim também agem nossos contatos humanos.
Sem eles a vida seria monótona, árida.
A observação mais importante é constatar que não existem sentimentos bons ou ruins sem a existência do outro, sem o seu contato.
Passar pela Vida sem se permitir um relacionamento próximo com o outro é não crescer, não evoluir, não se transformar.
É começar e terminar a existência com uma forma tosca, pontiaguda, amorfa.
Quando olho para trás vejo que hoje carrego em meu ser várias marcas de pessoas extremamente importantes. Pessoas que, no contato com elas me permitiram ir dando forma ao que sou, eliminando arestas, transformando-me em alguém melhor, mais suave, mais harmônico, mais integrado.
Outras, sem dúvida, com suas ações e palavras me criaram novas arestas que precisam ser desbastadas.
Faz parte...
Revezes momentâneos servem para o crescimento.
A isso chamamos experiência.
Penso que existe algo mais profundo ainda, nessa análise.
Começamos a jornada da vida como grandes pedras cheias de excessos.
Os seres de grande valor percebem que ao final da vida foram perdendo todos os excessos que formavam suas arestas, se aproximando cada vez mais de sua essência e ficando cada vez menores, menores, menores...
Quando finalmente aceitamos que somos pequenos, ínfimos, dada a compreensão da existência e importância do outro, e principalmente da grandeza de Deus, é que nos tornamos grandes em valor.
Já viu o tamanho do diamante polido, lapidado?
Sabemos quanto se tira de excesso para chegar no seu âmago.
É lá que está o verdadeiro valor...
Pois Deus fez a cada um de nós com um âmago muito forte e muito parecido com o diamante bruto, constituído de muitos elementos, mas essencialmente de Amor.
Deus deu, a cada um de nós, a capacidade de amar... Mas temos que aprender como. Para chegarmos a esse âmago, temos que nos permitir, através dos relacionamentos, ir lapidando todos os excessos que nos impedem de usá-lo, de fazê-lo brilhar.
Por muito tempo em minha vida acreditei que amar significava evitar sentimentos ruins.
Não entendia que ser ferir e ser ferido, ter e provocar raiva, ignorar e ser ignorado faz parte da construção do aprendizado do amor.
Não compreendia que se aprende a amar sentindo todos estes sentimentos contraditórios e... os superando.
Ora, esses sentimentos simplesmente não ocorrem se não houver envolvimento...
E envolvimento gera atrito.
Minha palavra final: Atrite-se! Não existe outra forma de descobrir o Amor. E sem ele a Vida não tem significado!
Pude relacionar este belíssimo texto com as aulas de Psicologia Social ministrada pela professora Carmedite:
A psicologia social é definida por Aroldo Rodrigues como "o estudo das manifestações comportamentais suscitadas pela interação de uma pessoa com outras pessoas."
Não podemos imaginar vivermos totalmente sozinhos neste mundo, isto porque, somos animais sociais, criaturas que se agrupam, dependem umas das outras física e psicologicamente durante toda a vida. Um relacionamento com outros seres humanos é uma necessidade à sobrevivência e ao bem-estar. Nós nascemos com a predisposição para nos tornarmos seres sociais e para isso, precisamos passar por vários processos de socialização que vão formando a nossa concepção de mundo. Portanto, tudo que se passa dentro de nós foi construído na sociedade, no encontro, na vivência com o outro.
A formação do conjunto de nossas atitudes (crenças, valores, opiniões) se dá no processo de socialização, quando nos tornamos membro de um determinado conjunto social, aprendemos seus códigos, suas normas e regras básicas de relacionamento e nos apropriamos dos mesmos.
Concluímos que a vida humana é inevitavelmente uma vida de encontros, uma vida grupal de relação e interação com o outro!
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